Medicina reprodutiva realizada nos Açores ‘tem qualidade’

O Secretário Regional da Saúde destacou, em Ponta Delgada, a qualidade reconhecida da procriação medicamente assistida realizada nos Açores. “Este é um serviço que quando é bem prestado pelos privados, e sabemos que esta é das poucas clínicas no país que presta este serviço, naturalmente a opção é a de optar pela convenção entre serviço público e privado”, afirmou Rui Luís à margem de um encontro sobre procriação medicamente assistida promovido pela clínica Meka Center.

Rui Luís, em declarações aos jornalistas, salientou as taxas de sucesso elevadas da única clínica que presta estes cuidados de saúde nos Açores, frisando que “o turismo de saúde faz-se com serviços que sejam reconhecidos internacionalmente, que tenham certificação de qualidade“.

Esta clínica privada iniciou os tratamentos de fertilização ‘in vitro’ há 22 anos, tendo a Região estabelecido a primeira convenção na área da procriação medicamente assistida em 2010. “Nessa altura, o Executivo tomou a decisão de ajudar as famílias que têm problemas de fertilidade”, afirmou o titular da pasta da Saúde, destacando a convenção “inovadora em todo o país” que foi feita entre o serviço público e serviço privado.

Atualmente, o regime de convenção é estabelecido através dos hospitais públicos da Região, onde os utentes são referenciados por consulta de apoio à fertilidade e encaminhados para o serviço privado.

Rui Luís esclareceu que, “desde 2014, foram referenciadas e encaminhadas para esta clínica cerca de 700 pessoas, com custos anuais que variam entre 500 e 600 mil euros, consoante o tipo de número de tratamentos”.

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