Ministério Público está a investigar a «Raríssimas»

O Ministério Público está a investigar a «Raríssimas», após uma denúncia anónima relativa a alegadas irregularidades na gestão financeira e uso indevido de dinheiros da associação, avançou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A estação televisiva TVI divulgou no sábado uma reportagem sobre a gestão da associação Raríssimas – Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras, mostrando documentos que colocam em causa a gestão da instituição de solidariedade social financiada por subsídios do Estado e donativos, nomeadamente alguns gastos da sua presidente, Paula Brito e Costa, que alegadamente terá usado dinheiro para compra de vestidos e outros gastos pessoais.

No domingo, o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social anunciou que vai “avaliar a situação” da Raríssimas e “agir em conformidade”.

A direcção da Raríssimas divulgou um comunicado na rede social Facebook no qual diz que as acusações apresentadas na reportagem são “insidiosas e baseadas em documentação apresentada de forma descontextualizada”.

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