Vieira da Silva diz que nunca retirou “qualquer benefício” da Raríssimas

O ministro do Trabalho, Segurança Social e Solidariedade, Vieira da Silva, reafirma que nunca “retirou qualquer benefício pessoal ou material” da sua participação na Raríssimas, garantindo igualmente que a associação não teve qualquer favorecimento especial.

“Não tive nenhum beneficio da minha passagem temporária pela associação e ela não foi alvo de nenhum favorecimento”, afirmou hoje Vieira da Silva na Comissão de Trabalho e Segurança Social, onde está a ser ouvido a pedido do PS.

Recorde-se que uma reportagem da TVI, divulgada em 9 de Dezembro, deu conta de alegadas irregularidades nas contas da Raríssimas. A agora ex-presidente da associação, Paula Brito e Costa, foi dada como suspeita de utilizar fundos da Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) para fins pessoais. Entre as irregularidades conta-se a compra de vestidos de alta costura. Paula Brito e Costa terá também beneficiado de um salário de três mil euros, de 1.300 euros em ajudas de custos e de um Plano Poupança Reforma que rondava os 800 euros mensais.

Vieira da Silva foi vice-presidente da assembleia-geral da Raríssimas entre 2013 e 2015, função no âmbito da qual aprovou as contas da associação.

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