European Judo Open Women 2018

O último dia do European Judo Open Women 2018, está em andamento com 43 Judocas Femininas nos tapetes do Pavilhão Multiusos de Odivelas. Este domingo, Portugal está representado por Patrícia Sampaio e Yahima Ramirez, ambas da categoria -78 kg. Depois de um primeiro dia recheado de grandes combates, com destaque para Catarina Costa que conquistou a Medalha de Bronze e Joana Diogo que alcançou o 7º lugar, esta manhã competiram as Atletas das categorias -70 kg, -78 kg e +78 kg.

Yahima Ramirez estreou-se a vencer, marcando um ‘ippon’ aos 26 segundos do combate contra Nurana Muradova, do Azerbaijão. Nos quartos-de-final defrontou a francesa Vanessa Dureau. Numa altura em que as duas judocas tinham dois ‘shidos’ somados, foi Yahima que cometeu a terceira penalização, perdendo o combate. Venceu nas repescagens por falta de comparência da sua adversária, Maike Ziech, da Alemanha, que sofreu uma lesão nos quartos-de-final. Vai disputar esta tarde a Medalha de Bronze com a húngara Evelin Salanki.

Patrícia Sampaio eliminou a espanhola Lidia Yarza por ippon no seu primeiro combate. Cedeu na segunda ronda frente à húngara Evelin Salanki, que contra-atacou uma iniciativa da jovem lusa. Nas repescagens, controlou o encontro com Laia Talarn, levando mesmo a espanhola a somar dois ‘shidos’, mas a 30 segundos do final não conseguiu evitar o ippon, terminando a sua caminhada num honroso 7º lugar.

Catarina Rodrigues, Diretora Desportiva da União Europeia de Judo: Esta foi uma das provas femininas mais participadas de sempre. Penso que o nível dos atletas está adequado ao nível da prova. Ao nível da organização, nós nunca estamos satisfeitos com o que já temos, queremos sempre mais, essa é a nossa forma de estar. Este ano tivemos algumas novidades. A Master Class de ontem com a Telma foi um sucesso, trazendo Atletas e Público à prova. As sessões de autógrafos foram um sucesso, com público a aderir. Havia outra questão relacionada com a montagem da área de aquecimento, que é algo que não é visível para o público, mas muito importante em termos desportivos e de conforto dos Atletas. A solução que arranjámos para esta competição partiu de uma conversa que tive com a Telma Monteiro durante o Mundial de Budapeste e funcionou bem. É algo que já partilhei com o Event Manager da UEJ. A última questão está relacionada com a decoração do pavilhão, os Painéis LED dão outra visibilidade aos patrocinadores e parceiros e o Ecrã gigante dá-nos mais ferramentas para comunicar com o público presente. Queremos continuar a trabalhar e tirar proveito destas valências que vamos tendo. Há coisas que dependem de nós e que enquanto organização conseguimos resolver, mas passar para um patamar de Grand Prix ou Grand Slam envolve um apoio e investimento que neste momento não conseguimos fazer. Queremos continuar a organizar estas provas e se possível irmos subindo o nível, continuarmos motivados e seguir este caminho para num futuro não muito longínquo voltarmos a receber Grandes Eventos em Portugal.”

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