Morte é uma etapa

Glória Cravo, docente da UMa, considera que as pessoas não devem temer a morte.

“A morte é um fim para o corpo físico e é um recomeço ou uma continuidade para a vida espiritual”, afirmou Glória Cravo.

A docente da Universidade da Madeira (UMa) foi a oradora de uma conferência subordinada ao tema “Morte: Fim ou Recomeço?”, a qual decorreu esta tarde na Sala do Senado do Campus Universitário da Penteada. Sendo promovida pelo Departamento da Pastoral do Ensino Superior, a referida iniciativa é a terceira conferência do ciclo Fé e Razão.

Na ocasião, a prelectora apresentou três estudos distintos baseados na Bíblia, na Reencarnação e nas experiências de quase morte. “A morte devia ser encarada como uma parte integrante da nossa vida”, sublinhou.

Desta forma, Glória Cravo considera que as pessoas não devem temer a morte, defendendo que a mesma deve ser encarada de uma forma mais objetiva.

“A morte é algo inevitável, por isso deve ser encarada de uma outra forma. Nesse sentido, acredito que a nossa cultura ainda está atrasada comparativamente a outras culturas que festejam a morte. É preciso mudar mentalidades e a postura da nossa vida”, apontou a docente da UMa.

“Se encararmos a vida como um trajeto para a morte, com certeza que vamos ver a morte como uma meta, uma etapa, e não apenas como um fim”, acrescentou Glória Cravo.

A prelectora reforçou, ainda, que desde a tenra idade a pessoa deve ser preparada para ver a morte como algo natural. “Se desde criança nos mentalizarmos que a morte é algo inevitável, quando perdermos algum ente querido poderemos ver um lado positivo e suportar melhor a dor e a tristeza”, indicou.

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