Top 5 das aplicações de smartphones mais esperadas nas lojas

Consumidores querem comparar preços, digitalizar códigos e pagar com smartphones.

O Observador Cetelem procurou saber quais as aplicações que os consumidores europeus mais utilizam ou pensam utilizar quando estão na loja. A maioria quer comparar preços de produtos com os de outras lojas (73%). Mais de metade também está entusiasmado com a possibilidade de digitalizar códigos de barras/códigos QR dos produtos para aceder a informações (60%). O pagamento através do smartphonesem passar pela caixa interessa a 53%. Estes dados integram o Barómetro Europeu 2014 que este ano faz uma análise à integração da Internet nas lojas físicas. A infinidade de comparadores de preços disponíveis na Internet oferece ao consumidor um painel de sites e de lojas onde pode encontrar um produto de acordo com o seu custo. Estes tornaram-se uma passagem obrigatória dos consumidores europeus interligados em rede: 41% passam por comparadores de preços antes de fazer uma compra. 32% dos consumidores declaram não utilizar comparadores de preços, apesar de reconhecerem a sua utilidade.

image004O estudo indica ainda que as aplicações que fornecem informações sobre produtos são essenciais aos olhos dos consumidores, permitindo-lhes encontrar na loja a riqueza de informações a que estão habituados ao consultar na Internet. Deste modo, 15% dos Europeus dos doze países estudados pelo Observador Cetelem já digitalizam com o seu smartphone os códigos QR dos produtos e 37% dos Europeus que ainda não o fazem, consideram esta aplicação do smartphone muito útil.

Menos citadas, mas também do agrado de muitos consumidores está a possibilidade de receber opiniões das redes sociais sobre os artigos que lhe interessam (49%), bem como o deixar fotografar-se com os modelos e pedir opinião dos amigos em tempo real (44%). Fotografar-se em direto a partir da loja e publicar a foto nas redes sociais para conhecer as opiniões e impressões dos amigos ainda não é um serviço que mobilize muitos consumidores. Apenas 23% já o fizeram uma vez e 21% consideram isso interessante, mas sem passar à ação.

«As aplicações digitais mais votadas são, antes de mais, uma resposta às necessidades básicas e práticas, tanto em termos de informação de preços e de produto, como em termos de conforto e ganho de tempo proporcionados ao consumidor no seu percurso de compra» afirma Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

Ficha técnica

Para as análises e previsões deste estudo foram inquiridas cerca de 8.000 pessoas (pelo menos 500 indivíduos por país, com idade superior a 18 anos) através da Internet, em 12 países Europeus: Alemanha, Bélgica, Eslováquia, Espanha, França, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa e Roménia. Os inquéritos foram realizados em entre 17 de outubro e 5 de novembro de 2013 pelo Observador Cetelem, em parceria com o gabinete de estudos e de aconselhamento BIPE, com base num inquérito barométrico conduzido por TNS Sofres.

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