Mulheres madeirenses vivem mais sete anos que os homens

O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta sexta-feira que a esperança de vida à nascença e aos 65 anos aumentou, situando-se, respectivamente, nos 80,41 anos e nos 19,19 anos para o total da população. A esperança de vida mais elevada à nascença foi registada na região centro (80,8 anos para o total da população) e aos 65 anos no Algarve (19,66 anos), revelam os dados do INE que se reportam ao triénio 2013-2015, por comparação com o triénio 2008-2010.

Os valores da esperança de vida à nascença foram estimados em 77,36 anos para os homens e em 83,23 anos para as mulheres, o que representa um ganho de 1,19 para os homens e de 1,04 anos para as mulheres, comparativamente com os valores estimados para 2008-2010.

As maiores diferenças de longevidade entre homens e mulheres observaram-se nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, onde as mulheres podem esperar viver em média, respectivamente, mais 7,54 anos e mais 7,27 anos do que os homens.

Comparando as sete regiões NUTS II (norte, centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira), o estudo encontrou os valores mais elevados de esperança de vida aos 65 anos no Algarve: 17,66 para os homens e 20,99 para as mulheres. Contudo, sublinham os dados, foi na Madeira que se observou o maior aumento deste indicador nos últimos cinco anos, quer para homens quer para mulheres: de 13,86 para 15,15 anos e de 18,05 para 19,17 anos, respectivamente.

As maiores diferenças de longevidade aos 65 anos entre homens e mulheres registaram-se na Madeira e nos Açores, onde as mulheres podem esperar viver em média, respectivamente, mais 4,02 anos e mais 3,65 anos do que os homens.

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