Morte de João Lobo Antunes é «uma grande perda para o País»

O Primeiro-Ministro António Costa afirmou que a morte do neurocirurgião João Lobo Antunes representou «uma grande perda para o País, porque foi uma grande figura da ciência e da medicina», numa declaração no final de uma homenagem ao antigo dirigente do CDS e antigo vereador da Câmara de Lisboa Pedro Feist.

«Foi com grande pesar que recebi a notícia do falecimento de João Lobo Antunes», que foi «um cidadão sempre ativo e que deu muito à vida democrática portuguesa».

«Mas, sobretudo, considero que se tratou de uma grande perda para a ciência em Portugal. Todos partilhamos o luto não só da sua família, não só da comunidade académica, mas também um pouco de todos nós», acrescentou.

O neurocirurgião João Lobo Antunes, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, morreu aos 72 anos.

Licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa, com uma média final de 19,47 valores, foi professor catedrático de neurocirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e diretor de serviço de neurocirurgia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Foi também escritor e a sua intervenção política tem como pontos de destaque ter sido mandatário nacional das candidaturas presidenciais de Jorge Sampaio e de Cavaco Silva, tendo sido igualmente membro do Conselho de Estado.

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