FEDER, sentiste a renovação?

O Gabinete de Imprensa do PDR Madeira manifestou-se em comunicado sobre o seguinte: «Como vem sendo habitual, o Presidente do PDR-Madeira, Filipe Rebelo, tem levantado questões que são do interesse de todos os madeirenses, e o programa operacional da Região Autónoma da Madeira, designado por Madeira 14-20, é hoje o nosso foco. Sabemos que este é um instrumento de desenvolvimento importantíssimo para a nossa Região, permitindo que as entidades públicas regionais possam financiar-se e dinamizar os seus activos, que o Instituto de Emprego da Madeira apoie a criação de emprego e incentive a formações, que instituições de ensino melhorem e inovem nos seus serviços, que empresas inovadoras alavanquem seus negócios, dêem formação aos seus trabalhadores, contratem novos colaboradores, comprem novos equipamentos, etc, as vantagens são imensas. Acreditamos que será consensual a mais valia desta excelente ferramenta, pelo menos nós, PDR-MADEIRA, apoiamos inequivocamente o seu recurso e utilização. Todavia, e após análise das operações realizadas até ao momento, verificamos o seguinte:

– Dos cerca de 132 milhões de € atribuídos, 45 milhões de €, mais de 35% das verbas, são destinados à construção de dois quilómetros e meio de via-rápida. Sabemos que a população de Câmara de Lobos e Estreito merecem-no, mas acreditamos que os próprios diriam que neste momento querem é trabalho, não querem emigrar, querem os seus filhos formados com empregos adequados às suas qualificações, prioridades deste actual Governo em campanha, prometendo renovação, e oferecendo-nos afinal a receita que anteriormente provou ser um desastre.

– Verificamos que as taxas de cofinanciamento e a sua atribuição não é de todo equitativa, mesmo quando os eixos prioritários e os tipos de operação são equivalentes, havendo aqui um claro conflito de interesses.

– Verificamos que existem muitas empresas e instituições a recorrer aos “auxílios ao funcionamento para esbater as dificuldades permanentes e estruturais das empresas na região”, revelando assim a realidade do tecido empresarial madeirense, que depara-se diáriamente com mais e mais dificuldades.

Por tudo isto, e muito mais, é fundamental repensar-se o projecto politico para a Região Autónoma da Madeira, definir a prosperidade das famílias e empreendedores como prioridade e não a falhada politica do betão».

 

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