Entrega do distintivo da Autoridade Marítima Nacional a unidades navais da Marinha

Na próxima terça-feira, dia 27 de dezembro, será realizada na Base Naval de Lisboa, Alfeite, a cerimónia alusiva à entrega do símbolo da Autoridade Marítima Nacional a duas unidades navais da Marinha, NRP Viana do Castelo e ao NRP Tejo, pelo Secretário de Estado da Defesa Nacional. O navio patrulha oceânico Viana do Castelo e o navio de patrulha costeira Tejo rumarão no mesmo dia em direção à Região Autónoma dos Açores e da Madeira, respetivamente.

A cerimónia alusiva à entrega do símbolo da Autoridade Marítima Nacional às unidades navais da Marinha insere-se no quadro de intervenção institucional da Autoridade Marítima Nacional (AMN), da qual decorre a necessidade da utilização das unidades navais da Marinha (UN) em apoio a funções próprias da AMN, devendo, por tal facto, estas estarem devidamente identificadas.

O momento assinala também a largada do NRP Tejo rumo à Zona Marítima da Madeira, onde irá cumprir a sua primeira missão durante um período de 3 meses.

O NRP Tejo, modelo STANFLEX 300, é o primeiro de quatro navios adquiridos recentemente à Dinamarca. O navio chegou a Portugal no dia 12 de maio de 2015 tendo sido aumentado ao efetivo dos navios da Marinha a 5 de maio de 2016. Foi entretanto modernizado nos estaleiros da Arsenal do Alfeite, SA (AA), o que vem assim concretizar a substituição progressiva dos atuais navios patrulhas da Classe Cacine, em serviço há mais de 40 anos.

O NRP Tejo é um navio destinado a operar junto a zonas costeiras em missões de vigilância, patrulha e defesa. Estes estão, após a acção de modernização levada a cabo na AA, essencialmente vocacionados para funções de segurança e autoridade do Estado no mar, guarnecer o dispositivo naval padrão da Marinha na região Autónoma da Madeira, a reforçar a capacidade de resposta a situações de busca e salvamento, a contribuir para o esforço de fiscalização marítima, o apoio aos órgãos de protecção civil regionais em situações de calamidade ou catástrofe naturais, e a cooperar com outros departamentos do Estado com competências no mar.

 

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