Açores com taxa de abandono escolar com “trajetória descendente muito positiva”

O Secretário Regional da Educação e Cultura destacou a “trajetória descendente muito positiva” da taxa de abandono precoce de educação e formação registada em 2016 nos Açores, de cerca de dois pontos percentuais relativamente a 2015.

“Pese embora estarmos aquém do objetivo almejado, o certo é que, ao longo dos anos, nos Açores, o abandono escolar precoce segue uma trajetória descendente muito positiva”, frisou Avelino Meneses, acrescentando que, em termos relativos e comparativamente ao resto do país, a Região regista a redução “mais acentuada”.

O governante, que comentava os mais recentes dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), salientou que, em 1998, esta taxa no arquipélago situava-se “nuns inaceitáveis 60%” e, em 2016, alcançou “uns muito mais toleráveis 27%”.

Para o titular da pasta da Educação, ao longo dos anos, o comportamento da taxa de abandono escolar precoce nos Açores “transporta dois sinais, ambos positivos”, apontando um para o facto de os jovens açorianos procurarem uma formação complementar da escolaridade obrigatória e o outro que esses jovens “conseguem agora um ingresso mais rápido no mercado de trabalho”.

Estes sinais significam também que “a formação e o conhecimento são a base de tudo” e que “o pico da crise económica e social é, cada vez mais, um registo do passado, de um passado que queremos cada vez mais distante”, acrescentou.

Os dados avançados pelo INE indicam que em 2016, relativamente ao ano anterior, a taxa de abandono precoce de educação e formação desceu nos Açores de 28,8 para 26,9 pontos e na Madeira de 23,6 para 23,2 pontos, subindo no restante país de 12,9 para 13,3 pontos.

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