CTT homenageiam frutas portuguesas com emissão filatélica

Os CTT apresentam hoje a segunda série de selos da emissão “Frutas de Portugal”, dando destaque a seis frutas provenientes de diversas zonas do País. Algarve, Douro, Alcobaça, Oeste, Açores e Madeira são as regiões cujas variedades únicas no mundo de algumas frutas foram destacadas pelos CTT.

Esta é a segunda vez que os CTT dedicam uma emissão filatélica às variedades específicas que enriquecem o património português, traçando um roteiro geográfico por Portugal, do Litoral ao Interior. A amêndoa do Douro, a maçã de Alcobaça, as uvas de mesa D. Maria típicas do Oeste e do Alentejo, o figo algarvio, a anona madeirense e o maracujá açoriano são as frutas escolhidas este ano. Esta iniciativa dos CTT conta com a parceria da Terra Projectos.

É muito rica a herança portuguesa neste domínio, que se estende à generalidade dos produtos da terra. Este tipo de singularidade é frequentemente fruto de gerações de cultivo, sendo que a maior parte das frutas assume o nome da região ou localidade onde vingou, assumindo por vezes o nome de pessoas. Não é possível separar a história destas frutas da história do próprio País.

Em 2016, as frutas homenageadas foram a castanha de Trás-os-Montes, a cereja da Cova da Beira, a pêra rocha do Oeste, os citrinos do Algarve, a banana da Madeira e o ananás dos Açores.

Esta emissão filatélica é composta por seis selos: dois selos (figo e uva) com uma tiragem de 125 000 exemplares cada e um valor facial de 0,47€ cada; dois selos (amêndoa e maça) com um valor facial cada de 0,58€ e uma tiragem de 110 000 exemplares cada um; um selo do maracujá dos Açores com uma tiragem de 135 000 exemplares e um valor facial de 0,75€ e um selo com a anona da Madeira com uma tiragem de 115 000 exemplares e um valor facial de 0,80€. O design esteve a cargo de Natali Nascimento (TerraProjectos) e os selos têm um formato de 40 X 30,6 mm.

As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.

 

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