“Património imaterial é fundamental”

“O património imaterial é fundamental e é tão importante como qualquer outro património”. A chamada de atenção foi feita pelo Secretário Regional da Economia, Turismo e Cultura, Eduardo Jesus, na apresentação pública do CD “Música Tradicional Madeirense –  Antologia 20 anos”, editado pela Direção Regional de Cultura.

Na cerimónia, o governante sublinhou o fato do património da música tradicional ser especial porque “traz consigo a alma do povo, aquele que é o elemento diferenciador de cada população. É isto que nos faz únicos”, sublinhou.

Afirmando que “a cultura é um dos três pilares da comunicação externa da Região”, Eduardo Jesus garantiu que a aposta neste setor vai continuar a existir e a ser reforçada, afinal, é com a “valorização da nossa história, da nossa memória, que permite preservar a nossa identidade”. O Secretáro Regional aproveitou ainda para saudar a persistência da DRC em “reconhecer a importância deste legado” e para ressalvar o trabalho que tem sido desenvolvido na área da música tradicional pelos grupos que estão representados no CD (Banda D’Além, Almma, Xarabanda e Encontros da Eira), assim como por Vítor Sardinha e sobretudo por Paulo Ferraz, produtor do CD lançado hoje e de muitos outros anteriores.

Paulo Ferraz, que esteve também presente na cerimónia, aproveitou a ocasião para agradecer a todas as pessoas que trabalham em prol da música tradicional, desde Carlos Jorge Rodrigues, mestre violeiro que dá vida aos cordofones madeirenses, aqueles que fazem parte das bandas. “A música não aconteceria se eles não existissem”, acrescentou. Sobre o CD hoje lançado, uma antologia de 20 vinte anos em vinte músicas, que está à venda pelo valor de 15 euros, Paulo Ferraz náo tem dúvidas: “Devia ser estudado e divulgado nas escolas e que, acima de tudo, sirva de inspiração para novos projetos”.

One thought on ““Património imaterial é fundamental”

  • 30 Maio, 2017 at 16:52
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    Só para acrescentar o seguinte:
    Adquiri recentemente este álbum, isto na Feira do Livro 2017, que está a decorrer, ao consultar o livrete e mesmo o CD, estranhamente, não faz qualquer menção à data em que foi editado, embora na data da Tribuna da Madeira diga que é de 30 de Maio de 2017, mas só corresponde ao anúncio de que foi lançado. Sinceramente, por lapso ou então é assim mesmo?julgo que deverá conter sempre esse mesmo registo.

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