474 refugiados abandonaram Portugal

Em dois meses, 474 refugiados abandonaram Portugal, das 1.255 pessoas acolhidas ao abrigo das quotas definidas pela União Europeia. Alemanha e França estão entre os países escolhidos, mas 147 já foram já detectados e detidos e serão obrigados a regressar. As despesas do retorno são da responsabilidade de Portugal.

O ministro-adjunto, Eduardo Cabrita, considera que deve ser “prestada mais informação aos refugiados sobre a limitação de direitos associada aos movimentos secundários”. Um dos potenciadores da taxa de abandono deverá ser a dificuldade de integração.

“O nosso país não é o destino preferencial dos requerentes de protecção internacional”, reconhece o ministro, para quem o problema deve ser contornado com “intensificação da informação sobre Portugal”, nomeadamente com o kit de acolhimento, quer na origem, quer na chegada ao território nacional.

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