Segundo-comandante é o primeiro arguido de Pedrógão Grande

O segundo-comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Leiria, Mário Cerol, é o primeiro arguido conhecido no âmbito da investigação do Ministério Público ao incêndio de Pedrógão Grande.

Mário Cerol confirmou ao Diário de Leiria que foi constituído arguido após ser ouvido pelo Ministério Público, a 5 de Dezembro. O segundo-comandante do CDOS de Leiria, segundo explica a TSF, foi o terceiro no comando das operações, o que na prática significa que liderou a operação de socorro no combate aos incêndios da tarde de 17 de Junho de 2107.

Segundo o Correio da Manhã, a investigação terá cerca de 10 arguidos, pessoas ligadas à Protecção Civil, GNR e concessionárias de estradas, acusadas de homicídio por negligência.

O incêndio de Pedrógão Grande, que deflagrou a 17 de Junho e depois se propagou a concelhos vizinhos, fez pelo menos 64 mortos directos, mais de 250 feridos e cerca de 500 milhões de euros de prejuízos.

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