STAD apela à greve geral

O STAD apela a todos os trabalhadores para participarem em força na greve geral marcada para o dia 24 de Novembro.

No âmbito da Semana de Luta, decretada pela CGTP-in, o Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD) vai estar junto aos trabalhadores de várias empresas.

A ideia, conforme explicou Maria José Afonseca, é “incentivar a revolta dos trabalhadores” devido às medidas do Governo da República, “as quais trazem mais desemprego, mais pobreza aos trabalhadores e mais dificuldades para quem trabalha”.

Não bastava os ataques já promovidos pelas entidades patronais aos trabalhadores, agora temos os ataques aos direitos de quem trabalha promovidos por estes governos da ‘troika, PS, PSD e CDS, ataques estes que não vêm melhorar em nada o país”, apontou a dirigente do STAD, hoje no final de um plenário que juntou vários delegados sindicais.

Desta forma, Maria José Afonseca considera que medidas como o despedimento sem justa causa, o aumento da carga diária de trabalho em meia hora, a redução dos subsídios de Natal, entre outras, só vêm agravar a situação dos desempregados e fomentar o desemprego.

Assim, a dirigente sindical entende que os trabalhadores devem participar em massa na greve geral marcada pela CGTP para o dia 24 de Novembro.

A dirigente sindical denunciou, ainda, que a redução de vigilantes em alguns serviços do Governo Regional tem levado a que a empresa Securitas “esteja a usar alguns truques para se ver livre dos trabalhadores, despedindo sem despedir”. Assim, o STAD alerta todos os trabalhadores vigilantes da Securitas para “não ficarem em casa sem que haja um documento comprovativo das folgas compensatórias, das dispensa do serviço e até das férias”.

Maria José Afonseca acusou, também a empresa Serlima de “andar a enganar” as trabalhadoras. “A empresa está a incentivar que as trabalhadoras assinem a sua demissão com a promessa de entrarem ao serviço em determinado hotel. Isto é estar enganar porque as trabalhadoras ficam sem direitos. Depois das trabalhadoras assinarem não há volta a dar”, concluiu.

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