Atividade turística mantém crescimento

No que diz respeito à taxa de ocupação, esta fixou-se em 65,0% (+2,1 p.p.), tendo a Madeira regisado o valor mais elevado da taxa de ocupação (83,9%).

Em julho de 2016 a hotelaria portuguesa recebeu 2,1 milhões de hóspedes que originaram 6,5 milhões de dormidas (+10,2% e +7,0%, respetivamente). Os proveitos totais aumentaram 16,8% e os de aposento 17,5% (+16,0% e +16,9% no mês anterior, respetivamente).

Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística e, apesar dos principais indicadores manterem o crescimento, mostram que o mercado interno desacelerou acentuadamente, tendo registado 1,9 milhões de dormidas (+2,0%, face a +8,5% em junho, após -1,3% em maio). A evolução das dormidas dos não residentes (+9,3%, 4,6 milhões de dormidas) foi aproximada à do mês anterior (+9,8%).

O Reino Unido manteve-se como o principal mercado emissor, com um peso relativo de 24,8%, teve um aumento de 7,7% nas dormidas dos seus residentes, à semelhança do mês anterior (+7,8%), mas aquém do acumulado de janeiro a julho (+12,2%). Espanha foi o segundo maior mercado em julho, seguindo-se a Alemanha e a França.

Segundo o INE, as dormidas aumentaram em todas as regiões, com destaque para o Norte e Região Autónoma dos Açores (+13,6% e +12,0%, respetivamente), mas as três principais regiões turísticas apresentaram aumentos menos expressivos (+4,1% no Algarve, +7,7% em Lisboa e +7,3% na Região Autónoma da Madeira), representando em conjunto 74,2% do total nacional.

No que diz respeito à taxa de ocupação, esta fixou-se em 65,0% (+2,1 p.p.), tendo a Madeira regisado o valor mais elevado da taxa de ocupação (83,9%), seguida do Algarve (75,0%), Lisboa (68,0%) e Açores (67,1%).

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