Barroso não violou “dever de integridade e discrição”

O presidente da Comissão Europeia (CE), Jean-Claude Juncker, solicitou em Setembro um parecer relativamente à designação de Durão Barroso para o cargo de presidente não-executivo do banco de investimento norte-americano Goldman Sachs. A resposta ao requerimento já chegou: o comité de ética, no parecer hoje divulgado pelo executivo comunitário, considera que o ex-presidente da CE “não demonstrou a sensatez que se poderia esperar de alguém que ocupou o cargo de presidente durante tantos anos”, mas “não violou o seu dever de integridade e discrição”.

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