Médicos disfarçados causam 30 mortos em hospital de Cabul

Homens armados e disfarçados de médicos entraram hoje no maior hospital militar de Cabul, na capital do Afeganistão, e mataram a tiro pelo menos 30 pessoas. Mais de 50 ficaram feridas, avançou a agência de notícias Associated Press. O auto-proclamado Estado Islâmico (Daesh) reivindicou o ataque através da sua agência de notícias, a Aamaq.

Os militantes do Estado Islâmico, armados com armas de fogo e granadas, terão entrado no hospital depois de um deles ter detonado uma carga de explosivos junto ao portão. Depois, abriram fogo sobre médicos, enfermeiros e pacientes.

O Presidente Ashraf Ghani condenou o ataque, classificando-o como “um ataque a todos os afegãos e a todas as afegãs”.

“Em todas as religiões, um hospital é visto como um lugar que deve permanecer imune a ataques. Este ataque é um ataque a todo o Afeganistão”, disse.

Este é um massacre que ocorre num dos quarteirões mais seguros de Cabul, junto de embaixadas e casas de vários diplomatas.

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