Funchal assina memorando de cooperação com município sul-africano

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, recebeu ontem, nos Paços do Concelho, a Presidente-Executiva do Município Metropolitano de Mangaung, na Província de Free State, África do Sul, Sarah Matawana Mlamleli, que se encontra na Madeira em virtude duma comitiva deste distrito ter integrado, no passado fim-de- semana, as comemorações da edição 2017 da Festa da Flor.

Deste encontro oficial saiu a decisão de elaborar um memorando de cooperação entre as duas cidades, nomeadamente nas áreas do Ambiente e Mobilidade, que será ratificado nas próximas semanas. A intenção é que ambas as Câmaras desenvolvam, doravante, partilha de conhecimentos e de práticas nos campos supracitados, aprofundando a relação afetiva e sociocultural que já existe entre as duas comunidades, em virtude da enraizada presença de emigrantes madeirenses na Província de Free State.

A receção oficial pelo Presidente da Câmara foi um pedido do Gabinete de Sarah Matawana Mlamleli, que considerou estar “profundamente impressionada com a organização e a limpeza da cidade do Funchal, no que respeita à eficiência dos serviços de Limpeza Urbana e de Recolha de Resíduos, às boas práticas ambientais, à excelência do espaço citadino e às boas soluções a nível de Mobilidade e Trânsito, sobretudo numa altura de enorme pressão turística, em virtude da realização de um cartaz como a Festa da Flor, que é o mais importante da Região”, pelo que quis reunir com a edilidade no sentido de “discutir e importar boas práticas e perceber melhor a organização dos serviços municipais.”

Paulo Cafôfo colocou-se inteiramente ao dispor da autarca para todas as matérias consideradas de superior interesse na cooperação entre as duas cidades. O Presidente considerou, de seguida, que o memorando agora estabelecido “é um expoente do que deve ser a Diplomacia Municipal”, defendendo que “o Funchal se congratula por poder partilhar projetos e práticas com uma Região tão significativa para a nossa emigração.”

Paulo Cafôfo concluiu que “quanto mais estreitos forem estes laços entre as cidades que são pontos de partida e chegada da emigração, mais ferramentas teremos para salvaguardar os direitos e os interesses dos nossos emigrantes.”

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