Serviços mínimos são «uma afronta à Região»

A Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura já manifestou, junto do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, da Secretaria de Estado das Infraestruturas e do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos – SITAVA, a sua total discordância relativamente aos serviços mínimos de assistência em escala, decretados para a greve do dia 24 de dezembro e para os dias 28, 29 e 30, alertando os intervenientes para uma solução que não implique este desfecho.

Manifestando a sua profunda apreensão com esta paralisação, o Secretário Regional da tutela insiste e alerta para o encontro de uma alternativa que impeça a sua concretização, a bem do interesse comum e da imagem desta Região.

Nas missivas enviadas, o governante considera que os serviços mínimos fixados «em nada minimizam os constrangimentos que se colocam, quer aos residentes quer aos visitantes, numa altura em que a procura elevada não se compadece com esta oferta de serviços».

«Estamos a falar de paralisações que deixam antever graves prejuízos para a imagem do destino, numa altura em que esta ilha é fortemente procurada», sublinha o governante, para quem esta decisão «é clara e manifestamente insuficiente para fazer face à procura, comparativamente ao que seria a assistência ao movimento regular de voos e passageiros, no Aeroporto da Madeira, durante este período».

Trata-se, reforça, de uma verdadeira «afronta à Região», de uma «fixação de mínimos que é claramente exígua face às reais necessidades desta Região, nas datas a que se referem estas paralisações».

O Secretário Regional conclui lamentando que, mais uma vez, a Madeira esteja a ser prejudicada no seu bom nome, enquanto destino turístico, e na sua acessibilidade ao exterior.

 

Pin It on Pinterest