Teixeira Pereira destaca colaboração institucional de todos os organismos

O capitão-de-mar-e-guerra Rodrigues Campos é o novo comandante da Zona Marítima do Norte substituindo no cargo o capitão-de-mar-e-guerra Teixeira Pereira.

A cerimónia de entrega de comando realizou-se nas instalações do Comando da Zona Marítima do Norte, em Leça da Palmeira, tendo a cerimónia sido presidida pelo vice-almirante Sousa Pereira, Diretor-Geral da Autoridade Marítima, em representação do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional.

Ao fim de 14 meses, o capitão-de-mar-e-guerra António Luís Teixeira Pereira, deixa o Comando da Zona Marítima do Norte e, cumulativamente, os cargos de Chefe do Departamento Marítimo do Norte e Comandante Regional da Polícia Marítima do Norte, Capitão dos Portos do Douro e de Leixões e Comandante Local da Polícia Marítima do Douro e de Leixões, sendo substituído pelo capitão-de-mar-e-guerra Carlos Osvaldo Rodrigues Campos.

Dirigindo-se pela última vez, perante um elevado número convidados e entidades com responsabilidade nos diversos concelhos que se situam na área de responsabilidade da Zona Marítima do Norte, agradeceu a colaboração institucional de todos os organismos que se relacionaram com os órgãos regionais e locais da Marinha e da Autoridade Marítima Nacional.

Ao assumir o comando e os cargos para o qual foi empossado, o capitão-de-mar-e-guerra Rodrigues Campos, afirmou que “na alargada área de atuação onde se insere a intervenção de várias entidades, a atitude cooperante se reveste de crucial importância, pelo que me empenharei na consolidação da cooperação institucional entre autoridades e entidades públicas, visando, em sede e enquadramento próprios, a obtenção das melhores soluções nos variados assuntos de âmbito comum, bem como daqueles que entendam que o contributo da Marinha e da Autoridade Marítima possa constituir uma mais-valia” sublinhando que “as capacidades e os recursos disponibilizados ao Comando da Zona Marítima e aos órgãos regionais e locais da Autoridade Marítima Nacional constituem instrumentos operacionais essenciais para o exercício da Autoridade do Estado, assegurando o uso do mar por Portugal, e consequentemente, para o desenvolvimento do País e o bem-estar dos Portugueses”.

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