Greve dos funcionários das escolas nos 90%

A adesão à greve funcionários das escolas que esta sexta-feira exigem a criação de uma carreira especial e mais recursos humanos ronda os 90%, com dezenas de escolas fechadas um pouco por todo o país. O balanço é da Federação Nacional de Educação (FNE).

A FNE entregou o pré-aviso de greve a 19 de Janeiro, um protesto também apoiado pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) e pela Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP).

Os sindicatos querem que a tutela substitua os funcionários com contratos emprego-inserção (CEI) e ‘tarefeiros’ pagos à hora por funcionários com formação adequada à função que desempenham na escola, e com um vínculo permanente. Querem também negociar carreiras especiais, descongelar progressões na função pública, rever os rácios para atribuição de recursos humanos às escolas e ver a descentralização de competências para as autarquias esclarecida.

Na quinta-feira, questionado pelos jornalistas, o ministro da Educação admitiu ser preciso reforçar ainda mais o pessoal não docente nas escolas, porque apesar de tecnicamente os assistentes operacionais serem em número adequado é necessário dar resposta ao problema das muitas baixas médicas.

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