Raríssimas está em situação “muito grave”

A presidente da Associação Raríssimas diz que a situação é “muito grave” e apela à ajuda de todos os portugueses para conseguir salvar a instituição. Sónia Margarida Laygue afirmou hoje que encontrou a associação Raríssimas numa situação “muito delicada.”

Numa conferência de imprensa marcada para assinalar o primeiro mês da nova direcção da Associação, a presidente revelou que a quebra nos apoios foi muito grande desde que estalou a polémica devido a usos indevidos de dinheiro pela antiga

“Precisamos da ajuda de todos para salvar a Raríssimas e as pessoas que contam verdadeiramente são as pessoas raras que enriquecem o nosso dia a dia e nos mostram os nossos próprios limites enquanto seres humanos e enquanto sociedade”, disse. “As contas bancárias já estão sob a nossa responsabilidade, as condições de pagamento a fornecedores já foram negociadas para nos dar tempo para agir e angariar dinheiro, já conseguimos regularizar algumas situações contratuais com alguns colaboradores e custos que consideramos não serem aceitáveis e sustentáveis para uma associação sem fins lucrativos estão a ser cortados”.

Confiante que a associação vai voltar a merecer a confiança dos mecenas, que “já ajudaram tanto”, a presidente da Raríssimas reconheceu que “o apoio do Estado é essencial e vital para a sobrevivência” da associação.

“O Estado para nós e a ajuda que nos dão é essencial para a nossa continuidade”, adiantou.

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